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A greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e levou ao desabastecimento de combustível e alimentos em todo o país, trouxe à tona um problema que vai além do preço do diesel e do frete: a diminuição de movimentação de cargas pelas rodovias brasileiras combinada ao aumento na frota de caminhões, reflexo da crise financeira.

De acordo com levantamento realizado pela A.C.Pastore & Associados, o fluxo de carga nas estradas pedagiadas teve redução de 25% entre 2011 e 2018. “Temos um excesso de caminhões, ocasionado pelos benefícios relacionados aos financiamentos, e uma produção industrial que ficou estagnada desde 2011”, explica o economista Caio Carbore, da A.C. Pastore.

Conforme dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), houve aumento de 4,91% na frota de caminhões brasileira entre 2015 e 2018. No mesmo período, a produção industrial de um modo geral caiu de índice de básica fixa de 94,43 para 88,93, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Por: Vida Diária / Veja

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