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Quando fui estudar Consultoria de Imagem e Estilo na Belas Artes em São Paulo, a conclusão do curso era montar meu próprio dossiê. Então percebi que, para ser uma consultora de sucesso, eu precisaria conhecer novos países, culturas, artes... E a Inglaterra estava no meu roteiro, é claro.

Geralmente as pessoas que vão à Inglaterra acabam visitando somente Londres. Apesar de Londres ser parada obrigatória para quem vai à Inglaterra, principalmente para quem é apaixonada por moda, mas existem muitos outros destinos interessantes no país.

Nessas férias resolvi conhecer então o país da Rainha, fiquei no interior da Inglaterra, uma região chamada Yorkshire, que foi inclusive eleita em 2014 como um dos principais destinos a serem visitados.

Yorkshire possui uma infinidade de diferentes cidades, atrações e paisagens deslumbrantes para conhecer. A cidade de York, por exemplo, é uma graça e com certeza vale passar um dia por lá. Ela ainda possui uma arquitetura bem antiga e cheia de ruas pequenas, além de ter boas opções de restaurantes e uma igreja linda.

 

Finalmente, eu estava em Londres. Como não amar, meu Deus? Foi amor à primeira vista. Cidade incrível, dinâmica e cheia de atividades, a capital da Inglaterra certamente vai ter sempre algo que não vai caber no seu roteiro por lá.

Não dá só para ver a troca da guarda e tirar foto na frente do Big Ben e ignorar a modernidade de Canary Wharf; o lado hispster e descolado de Shoreditch; o lado revitalizado de Greenwich e Stratford; a noite de Camden Town; os mercados gastronômicos; os incríveis parques; os museus… ufa! Tá bom! Não dá para fazer tudo!

Londres tem grandes museus e galerias, dos mais variados temas e para todos os gostos. Nacional Gallery, Tate Modern, British Museum, Natural HistoryMuseum, Imperial War Museum, e por aí vai. O melhor de tudo é que a maioria deles é de graça! Um ótimo passeio em família, com os amigos ou mesmo sozinho (para quem gosta muito de museu e perde horas observando tudo, como eu!).

Então vou citar apenas de três lugares que eu amei e aos quais farei questão de voltar. Vai por mim, valem muito a pena!

 

O primeiro lugar que escolhi para falar um pouco foi um museu para os profissionais e amantes da moda que estão de passagem por Londres.

 

V&A – Victoria and Albert Museum

O V&A Museum nasceu no ano de 1852 devido ao grande sucesso de uma exposição ocorrida no ano anterior. Ele foi criado com o intuito de levar cultura a toda a população gratuitamente, educar os trabalhadores e inspirar designers e fabricantes britânicos. Desde então, seu acervo não para de crescer e é um dos maiores no segmento do design.

Salas com pé-direito gigantesco abrigam esculturas impressionantes em perfeição e tamanho. O acervo é imenso e com peças de cerâmica, pinturas, tapeçaria, fotografia, joalheria, móveis e objetos de decoração, quadros e objetos sacros, além de itens diversos da arquitetura de países da Europa, Ásia e América. As peças mais antigas datam do século IV.

Mesmo para quem não é ligado no assunto, conhecer a história da moda ajuda a entender o comportamento dos dias de hoje, como os fatos foram se desenvolvendo ao longo do tempo. Impossível não se inspirar com a riqueza e perfeição de tecidos, costuras, detalhes, rendas e a delicadeza das estampas num período em que absolutamente tudo era artesanal.

 

O segundo lugar incrível é Feira de Portobello Road "num Lugar Chamado Notting Hill"

Sábado de manhã é dia de quê? É dia de feira… Mas em Londres, isto não significa ir a uma feira qualquer, mais sim, a uma das feiras de antiguidades mais famosas e tradicionais da cidade e do mundo. Trata-se da Feira de Portobello Road, “num lugar chamado Notting Hill”.

Bem, a Feira de Portobello Road, como o próprio nome diz, acontece na Portobello Road, uma das ruas principais do bairro de Notting Hill, que ficou famoso em 1999, após ser cenário do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, protagonizado por Hugh Grant e Julia Roberts.

O auge da feira acontece aos sábados, quando uma multidão de turistas se aglomera nas ruas procurando barganhas e belos artigos de decoração e moda.

A feira é organizada em setores: antiguidades, frutas e verduras, comidas, moda e objetos usados. Algo como várias feirinhas dentro de uma só.

 

O terceiro lugar que recomendo que vocês conheçam: a Selfridges!

Eu, como amante da moda que sou, assisti à série Mr. Selfridges na Netflix, na qual o protagonista homônimo tem o sonho de conhecer a melhor loja de departamentos do mundo. Ao trabalhar com marcas renomadas e poucas lojas, a Selfridges torna-se uma lenda do varejo britânico.

Tudo começou quando o empreendedor americano Harry Gordon Selfridges lançou a primeira loja em março de 1909, na rua Oxford, em Londres. O prédio hoje é a flagship da marca, em um prédio com 50 mil m2. No lançamento, a loja já foi considerada uma revolução no varejo. Apesar de ter sido a última das grandes lojas a serem construídas, ela foi inteiramente pensada para ser como é hoje. Todas as outras cresceram com o tempo, enquanto a Selfridges já nasceu grande. Foi a primeira do Reino Unido a permitir que os consumidores efetivamente tocassem seus produtos. Enfim, uma história mágica digna de série na televisão.

Me vi dentro da série: a loja é um espetáculo e tem exclusividade de grandes marcas internacionais. Nela, você encontra as principais tendências internacionais.

Não posso negar que amei cada mês, dia, minuto e segundo que passei na Inglaterra e que, portanto, fiquei com uma enorme vontade de ficar lá pelo menos por seis meses, mas a família, o trabalho e os estudos me esperavam por aqui.

 

Por: Vida Diária / Ticiana Scalzer

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