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Quantas vezes você já ouviu que são com os erros que aprendemos a não errar mais? Ou seja, é através dos erros que aprendemos a fazer diferente e a fazer a coisa certa. Quantas vezes você já ouviu que errar o mesmo erro mais de uma vez é burrice? Será? Será que grande parte dos nossos erros ou talvez, os principais, nós erramos apenas uma única vez? Obviamente que isso não é verdade.

Repetir erros é o que acontece por não encararmos certas feridas que precisamos resolver adquiridas a partir da relação que estabelecemos com quem nos criou. Há pessoas que levam uma vida tendo que aprender certas coisas e morrem sem ter aprendido. Mas afinal, por que não aprendemos as coisas assim de cara? Posso dizer que o culpado disso é nosso ego que tenta a qualquer custo evitar que a gente sofra, desenvolvendo máscaras para encobrir um sofrimento latente. Sabe qual é o preço disso? Nós nos perdemos de quem realmente somos, perdemos a conexão com nossa verdadeira essência.

A pesquisadora Lise Bourbeau constatou em seus estudos que todo o sofrimento humano pode ser explicado a partir de cinco feridas: a rejeição, o abandono, a humilhação, a traição e a injustiça.

A primeira é a da rejeição. Esta costuma ser uma ferida muito profunda porque a pessoa sente isso em seu ser e jeito de ser, principalmente em seu direito de existir. As pessoas que possuem esta ferida sentem um medo inconsciente de serem rejeitadas, por isso assumem uma máscara de escapista, ou seja, ela escapa ou evita situações ou pessoas que possam rejeitá-la. A máscara é uma defesa que o ego utiliza para se proteger do sofrimento, neste caso da rejeição. Provavelmente, seu modo de ver o mundo terá o filtro da rejeição e por isso suas experiências girarão em torno disso. Pessoas com esta ferida se sentem sem valor e inúteis.

Algumas frases que podem ser ouvidas por elas são: “Sei que qualquer pessoa é mais interessante do que eu”. “Pouco importa o que eu faça, nunca dá em nada mesmo!”. Estes indivíduos se isolam e por isso fazem poucos amigos. É um ciclo vicioso em que ela se isola por achar que não é querida e, no final, ela é que rejeita por medo deste sentimento.

No próximo artigo, falarei sobre a ferida do Abandono. Deixem suas perguntas ou comentários para que eu possa esclarecer mais sobre o tema.

Até a próxima semana!

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Por: Vida Diária/Cristina Castro.

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