Caravelas realiza primeiro painel do Extremo Sul da Bahia sobre incidência climática e ambiental em espaços internacionais

Caravelas sediou, no dia 13 de janeiro, o primeiro painel do Extremo Sul da Bahia voltado à temática do clima e do meio ambiente, com foco na incidência política das juventudes em espaços nacionais e internacionais. Com o tema “Incidência das Juventudes do Sul Baiano em Espaços Internacionais – Justiça Climática, Oceânica e Políticas Socioambientais”, o encontro marcou um momento histórico para o território e reafirmou o protagonismo jovem nas agendas climáticas globais.

O painel foi idealizado e organizado pela caravelense Ingrid Melissa Noberto, fundadora do Projeto Tecendo Redes, com apoio da Prefeitura Municipal de Caravelas e da Secretaria Municipal de Educação e Esportes. A iniciativa contou com ampla participação da sociedade civil, reunindo professores, educadores, fazedores e fazedoras de cultura, representantes da capoeira, filarmônicas, blocos culturais, além de instituições e organizações socioambientais.

Caravelas realiza primeiro painel do Extremo Sul da Bahia sobre incidência climática e ambiental em espaços internacionais

Entre os presentes estavam representantes do Instituto Baleia Jubarte, da Patrulha Ecológica e de outras organizações da sociedade civil, além de membros da gestão pública municipal, incluindo o vice-prefeito de Caravelas, José dos Anjos, conhecido como Popô.

A atividade contou com a participação de três ativistas climáticos e ambientais: Danilo Farias, Juliana Aurich e Ingrid Melissa Noberto, que também atuou como moderadora do painel. Danilo Farias compartilhou sua trajetória desde Caravelas até a atuação em espaços de alto nível de incidência política na pauta da justiça climática. Juliana Aurich apresentou a perspectiva do Sul Baiano a partir de Ilhéus e Eunápolis, destacando a articulação entre juventudes, gênero, redução de riscos e desastres e a incidência política. Já Ingrid Melissa abordou sua atuação em espaços internacionais, como a COP16 da Biodiversidade e a COP30 do Clima, reforçando a importância da comunicação científica, da educomunicação e do papel das juventudes na justiça climática e oceânica.

Inspirado nos formatos de painéis realizados em eventos paralelos de encontros internacionais, o evento buscou aproximar Caravelas das dinâmicas globais de debate e tomada de decisão. A abertura foi marcada por um momento cultural conduzido pela jovem caravelense e fazedora de cultura Ludimila Justino, que recitou o poema autoral “Levanta Caravelas”. A obra percorre a história do município, aborda a pesca, as riquezas culturais e ambientais, os festejos populares e a identidade local, proporcionando uma experiência sensível que evidenciou a conexão entre cultura, meio ambiente e luta climática.

Ao longo do painel, as falas se conectaram a partir das vivências de juventudes que saíram de seus territórios e passaram a ocupar espaços de incidência política de alto nível. As reflexões abordaram temas como justiça climática, justiça oceânica, educomunicação e governança socioambiental. As discussões também trouxeram, de forma transversal, perspectivas de gênero, raça e território, destacando o protagonismo de pessoas pretas, mulheres, jovens, pessoas LGBTQIA+, povos indígenas e comunidades quilombolas, grupos historicamente colocados na linha de frente da luta por justiça climática e ambiental.

Por: Vida Diária/Ascom

Caravelas sediou, no dia 13 de janeiro, o primeiro painel do Extremo Sul da Bahia voltado à temática do clima e do meio ambiente, com foco na incidência política das juventudes em espaços nacionais e internacionais. Com o tema “Incidência das Juventudes do Sul Baiano em Espaços Internacionais – Justiça Climática, Oceânica e Políticas Socioambientais”, o encontro marcou um momento histórico para o território e reafirmou o protagonismo jovem nas agendas climáticas globais.

O painel foi idealizado e organizado pela caravelense Ingrid Melissa Noberto, fundadora do Projeto Tecendo Redes, com apoio da Prefeitura Municipal de Caravelas e da Secretaria Municipal de Educação e Esportes. A iniciativa contou com ampla participação da sociedade civil, reunindo professores, educadores, fazedores e fazedoras de cultura, representantes da capoeira, filarmônicas, blocos culturais, além de instituições e organizações socioambientais.

Entre os presentes estavam representantes do Instituto Baleia Jubarte, da Patrulha Ecológica e de outras organizações da sociedade civil, além de membros da gestão pública municipal, incluindo o vice-prefeito de Caravelas, José dos Anjos, conhecido como Popô.

A atividade contou com a participação de três ativistas climáticos e ambientais: Danilo Farias, Juliana Aurich e Ingrid Melissa Noberto, que também atuou como moderadora do painel. Danilo Farias compartilhou sua trajetória desde Caravelas até a atuação em espaços de alto nível de incidência política na pauta da justiça climática. Juliana Aurich apresentou a perspectiva do Sul Baiano a partir de Ilhéus e Eunápolis, destacando a articulação entre juventudes, gênero, redução de riscos e desastres e a incidência política. Já Ingrid Melissa abordou sua atuação em espaços internacionais, como a COP16 da Biodiversidade e a COP30 do Clima, reforçando a importância da comunicação científica, da educomunicação e do papel das juventudes na justiça climática e oceânica.

Inspirado nos formatos de painéis realizados em eventos paralelos de encontros internacionais, o evento buscou aproximar Caravelas das dinâmicas globais de debate e tomada de decisão. A abertura foi marcada por um momento cultural conduzido pela jovem caravelense e fazedora de cultura Ludimila Justino, que recitou o poema autoral “Levanta Caravelas”. A obra percorre a história do município, aborda a pesca, as riquezas culturais e ambientais, os festejos populares e a identidade local, proporcionando uma experiência sensível que evidenciou a conexão entre cultura, meio ambiente e luta climática.

Ao longo do painel, as falas se conectaram a partir das vivências de juventudes que saíram de seus territórios e passaram a ocupar espaços de incidência política de alto nível. As reflexões abordaram temas como justiça climática, justiça oceânica, educomunicação e governança socioambiental. As discussões também trouxeram, de forma transversal, perspectivas de gênero, raça e território, destacando o protagonismo de pessoas pretas, mulheres, jovens, pessoas LGBTQIA+, povos indígenas e comunidades quilombolas, grupos historicamente colocados na linha de frente da luta por justiça climática e ambiental.

 

Por: Vida Diária/Ascom

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