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Suzano lança projeto para diagnóstico turístico de Caravelas

A Suzano dá início a novo projeto voltado para o desenvolvimento do setor de turismo do município de Caravelas, no extremo sul da Bahia. A iniciativa engloba um diagnóstico local, participativo, e que irá gerar um portfólio de ações que podem contribuir para a transformação da atividade turística na região, contemplando a comunidade, gerando novas oportunidades e valorizando a cultura local. Ao final do diagnóstico, uma série de ações para fortalecimento da cadeia serão apresentadas, possibilitando identificar, captar recursos e executar as mais adequadas à realidade do município.

Com foco no turismo de base comunitária, a iniciativa é elaborada em parceria com a Futura. Entre as fases previstas no plano inicial de execução do projeto estão o levantamento de dados históricos, culturais e econômicos, entrevistas com lideranças e a comunidades da região e a realização de oficinas participativas promovendo o engajamento da população.

O projeto vai de encontro ao que a Suzano acredita, de gerar e compartilhar valor, fortalecendo as comunidades, identificando novas oportunidades que possam transformar a realidade da região em que atua.

“O município de Caravelas possui um grande potencial turístico, considerando a sua história, gastronomia, cultura e belezas naturais. O projeto desenvolvido pela Suzano tem por objetivo mapear as possibilidades, dialogar com a comunidade e poder público, para criar um conjunto de ações que valorizem as iniciativas locais”, afirma Douglas Peixoto, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano.

 

Por: Vida Diária/ASCOM

Elza Soares morre aos 91 anos

Ela morreu de causas naturais em casa no Rio de Janeiro nesta quinta (20). Uma das maiores cantoras do Brasil, ela lançou 34 discos com mistura de samba, jazz, eletrônica, hip hop e funk.

Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", diz o comunicado enviado pela assessoria da cantora.

"Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação."

"A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim."

O corpo da cantora será sepultado no Jardim da Saudade Sulacap, na tarde de sexta-feira (21), depois do velório no Theatro Municipal do Rio.

Pedro Loureiro, empresário de Elza, disse ao g1 que a cantora estava bem e tinha gravado um DVD dois dias antes. Ela acordou e fez fisioterapia. Estava com a respiração ofegante, mas garantiu a todos que estava bem. Mas fol ficando mais ofegante e disse aos familiares: "Eu acho que eu vou morrer".

A declaração acendeu o alerta: os familiares foram checar sua pressão e oxigenação, e notaram uma pequena alteração, Pedro e os familiares chamaram o médico de Elza, que enviou uma ambulância para o local por precaução, mas 40 minutos depois, Elza foi mudando o semblante, até que apagou.

"Foi uma morte tranquila, sem traumas, sem motivo. Morreu de causas naturais. Esse, aliás, era um grande medo dela: ter uma morte sofrida, por doença. Hoje, ela simplesmente desligou", conta Pedro.

Vida difícil

Elza Gomes da Conceição foi uma das maiores cantoras da música brasileira. Filha de uma lavadeira e de um operário, ela foi criada na favela de Água Santa, subúrbio de Engenho de Dentro. Elza cantava, desde criança, com a voz rouca e o ritmo sincopado dos sambistas de morro.

Casou-se obrigada aos 12 anos, virou mãe aos 13 e viúva aos 21. Foi lavadeira e operária numa fábrica de sabão.

A vida não foi fácil com a cantora que carregava lata d'água na cabeça desde a infância. Ela perdeu quatro filhos: dois foram os primeiros filhos de Elza em gestações que aconteceram quando ainda era adolescente. Eles morreram recém-nascidos.

Garrinchinha, único filho que a cantora teve com o jogador, morreu aos 9 anos em um acidente de carro em 1986, e Gilson faleceu aos 59 anos, em 2015, por complicações de uma infecção urinária.

Do sambalanço à eletrônica

Por volta dos 20 anos, Elza fez seu primeiro teste como cantora, na academia do professor Joaquim Negli. Foi contratada para a Orquestra de Bailes Garan e seguiu no Teatro João Caetano.

Ela começou a se destacar na música como parte da cena do sambalanço com "Se Acaso Você Chegasse", em 1959.

Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e dizia que a mistura era proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome", em 2019.

A expressão era uma alusão ao episódio em que foi constrangida por Ary Barroso no programa de calouros que participou nos anos 50. "De que planeta você vem, menina?", ele disse. E ela respondeu: "Do mesmo planeta que você, seu Ary. Eu venho do Planeta Fome."

"Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", comparava Elza. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo."

Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo", em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico. "Me deixem cantar até o fim", pediu Elza em verso da música que batiza o álbum.

Começo no samba

Mais voltada para o samba, a primeira fase da cantora tem discos gravados nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928-2014) e o baterista Wilson das Neves (1936-2017).

Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965).

Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976).

A cantora amargou período de ostracismo na década de 1980. Em 1983, sofreu com a morte do jogador Garrincha, com quem teve um relacionamento por 17 anos.

Eles começaram a se relacionar enquanto Garrincha era casado, o que rendeu uma forte crítica pela sociedade e pela imprensa da época. Anos depois, os dois se casaram e a relação foi conturbada, marcada por episódios de violência doméstica.

Empoderada, Elza se tornou uma das maiores referências no combate à violência contra mulher ao cantar "Maria da Vila Matilde", no álbum "Mulher do Fim do Ano", de 2015.

Devido a fase de menos sucesso nos anos 80, ela pensou até em desistir da carreira, mas resolveu procurar Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda.

O auxilio velo na forma de convite para participar da gravação do samba-rap "Lingua", faixa do álbum do cantor, "Velō" (1984).

Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba. "Somos todos iguais" tinha música de Cazuza (1958-1990).

Em 2002, com direção artística de José Miguel Wisnik, fez um dos álbuns mais modernos da discografia, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica.

Elza seguia fazendo shows até antes da pandemia da Covid-19 e cantou em lives. Ela estava produzindo um novo álbum de estúdio que pode ter lançamento póstumo.

Nesta semana, ela também se apresentou em shows no Theatro Municipal de São Paulo que foram gravados para o lançamento de um DVD.


Por: Vida Diária/G1

Teixeira: Mulher morre de Covid na UPA e município registra 134 novos casos

A Secretaria de Saúde de Teixeira de Freitas informa nesta sexta-feira, 21 de janeiro, que há 134 novos casos positivos de Covid-19. Até o momento são 20.626 casos confirmados. Destes, 178 são considerados ativos, ou seja, as pessoas que ainda têm a possibilidade de transmitir o vírus. Já foram contabilizadas 316 mortes. A taxa de letalidade em Teixeira de Freitas é de 1,53% em relação aos casos confirmados. A taxa de recuperação é de 97.91% são 20.132 recuperados.

Óbito

A Secretaria de Saúde informa mais um óbito em decorrência da COVID-19. Trata-se de uma mulher de 64 anos que estava internada na UPA.

Ocupação de Leitos

De acordo com o último censo de ocupação de leitos, feito nesta tarde, há 05 pacientes na enfermaria e 02 pacientes internados na UTI no Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, representando 40% de ocupação. Na UPA não há pacientes internados. Na UMMI há 01 paciente internado. Lembrando que são internadas na UMMI puérperas, gestantes e crianças.

Na rede privada, há 01 pessoa na enfermaria e 01 pessoa internada na UTI, representando 25% de ocupação.

O total de internações nas redes pública e privada, considerando UTI e enfermaria é de 10 pacientes.

Lembrando que as pessoas internadas podem ainda ter sequelas, mas não necessariamente estão ainda no grupo de ativos. Há também muitos casos de chegada do resultado confirmado positivo para Covid-19 depois de 14 dias do ciclo viral, logo esses casos nem chegam a constar como ativos, entram apenas na contabilização de confirmados.


Por: Vida Diária/SBN

Secretário de Saúde de Teixeira alerta para os números altos da Covid na cidade

O secretário de Saúde de Teixeira de Freitas, Danilo Ricardo, usou as redes sociais na sexta-feira, 21 de janeiro, para alertar a toda população teixeirense e região sobre a alta dos casos da Covid-19 no município.

Segundo ele, os casos da Covid-19 em Teixeira de Freitas tem aumentando consideravelmente, só na sexta (21), mais de 120 pessoas que testaram positivo. Além disso, o secretário mobilizou toda a sua equipe de gabinete para uma estratégia organizacional de atendimento.

“Vim com a minha equipe de gabinete, colocamos mais dois médicos para atender, mais quatro pessoas da equipe de enfermagem para ampliar o atendimento, pegamos parte da demanda e levamos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para distribuir o pessoal e acelerar o atendimento, o Centro de Covid já está atendendo de 9h da manhã até meia noite”.

Danilo Ricardo alertou também para os casos do H3N2, que em 20 dias, em Teixeira de Freitas, foi registrado 4.050 casos da síndrome gripal.

 

Por: Vida Diária/Ascom

Anvisa lista 17 recomendações para vacinação de crianças contra Covid

Ainda em fase de consulta pública, a vacinação de crianças com idades entre 5 e 11 anos contra a Covid está prevista para começar em janeiro de 2022, com uma série de recomendações a serem seguidas. Por enquanto, apenas o composto da Pfizer poderá ser utilizado para esse público. Mas há outras regras que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pede que sejam observadas.

Em comunicado publicado no dia 16 de dezembro, a Anvisa definiu 17 orientações para que a imunização ocorra com o mínimo de intercorrências. Especialistas ressaltam a importância dos protocolos, mas salientam que parte das medidas são de execução complexa e podem dificultar a vacinação, devido à falta de estrutura em algumas localidades.

O documento de oito páginas traz alertas, comparações acerca da imunização em outros países, normas e estatísticas. Entre as recomendações, consta o pedido para que a vacinação das crianças de 5 a 11 anos seja iniciada somente após treinamento completo das equipes de saúde que farão a aplicação.

Caso as orientações da Anvisa sejam acatadas pelo Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais deverão repassar as diretrizes às equipes locais. Assim, crianças com 5 anos ou mais poderão ser imunizadas contra o novo coronavírus de acordo com as instruções do governo federal.

Um dos maiores temores do Ministério da Saúde é sobre a dosagem adequada para essa faixa etária. A vacina da Pfizer, aprovada para crianças, deve ser administrada em duas frações de 10 microgramas, com três semanas de intervalo. Trata-se de um terço da dose administrada em adolescentes e adultos. Qualquer manipulação equivocada traz risco à saúde.

Por esse motivo, os profissionais que farão a aplicação precisam ser bem treinados, uma vez que a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente “da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto”, segundo consta no documento da Anvisa.

Sala própria

Além disso, segundo a agência reguladora, a vacinação de crianças precisa ser feita em ambiente específico e separado da imunização de adolescentes e adultos.

É sugerido que toda criança após receber a dose permaneça no local por, pelo menos, 20 minutos para que seja observada. O objetivo é que em caso de reações adversas o atendimento ocorra imediatamente.

Entre as recomendações, a agência diz que a vacinação dos pequenos deve ser feita preferencialmente a pé, evitando a modalidade drive-thru (leia a lista completa no fim da reportagem).

Para a infectologista Ana Helena Germoglio, as recomendações da Anvisa são as ideais para a imunização. “A maior parte dos erros ocorre no momento da aplicação. Por isso, a importância do treinamento dos profissionais. Isso é factível, pois seria uma adequação de regras a quem já aplica as doses”, disse a especialista.

No entanto, Ana Helena acredita que outras regras podem não ser passíveis de cumprimento por falta de estrutura: “Todas as recomendações da Anvisa seriam o mundo ideal para imunização infantil, mas muitos estados não conseguirão seguir todas as regras, por falta de espaço ou algum outro problema. O importante é que, quanto mais itens forem seguidos, maior a mitigação de erros”.

Para os pais ou responsáveis que forem acompanhar as crianças, a dica da infectologista é checar o frasco, ver a dosagem, ler o documento da Anvisa e verificar se está de acordo.

Segundo a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações Carla Domingues, o documento da Anvisa é o que se chama de “boas práticas de vacinação”. A especialista frisa que em todas as novas vacinas introduzidas no calendário é necessário que seja publicado um protocolo operacional padrão.

“O treinamento é o de praxe, tem que ter. Ele ocorre para que não haja erros na administração da vacina. Essa questão de não ser vacinação por drive-thru também é importante. Toda vez que uma mudança ocorre, como é o caso de um novo imunizante no calendário da vacina, é preciso que haja uma publicação com as recomendações”, afirmou.

O que dizem a Anvisa e o ministério

Ao Metrópoles, a Anvisa afirmou que as orientações passadas ao Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde foram feitas considerando as diferenças na apresentação, formulação, dose e no volume a ser administrado em crianças. “As recomendações buscam prevenir erros de administração da vacina”, reforçou a agência.

“Cabe ao Ministério da Saúde a decisão quanto à conveniência e oportunidade para a inclusão dessa vacina no Programa Nacional de Imunização (PNI). Dessa forma, as informações sobre como e quando será feita a vacinação, assim como a preparação do sistema e a expectativa de números, cabem ao Ministério da Saúde. A responsabilidade da Anvisa é pela avaliação da segurança, eficácia e qualidade da vacina”, acrescentou a Anvisa.

O Ministério da Saúde prevê incluir a vacinação de crianças de 5 a 11 anos no Plano Nacional de Operacionalização das Vacinas Contra a Covid-19 (PNO). Segundo o ministro Marcelo Queiroga, a campanha priorizará aquelas com alguma comorbidade. O titular da pasta também anunciou que a imunização será feita apenas mediante apresentação de receita médica – medida à qual estados já se manifestaram contrariamente.

Contudo, o ministério afirmou que somente após o resultado da consulta pública decidirá sobre como será a logística da imunização infantil. “No dia 5 de janeiro, após ouvir a sociedade, a pasta formalizará sua decisão e, mantida a recomendação, a imunização dessa faixa etária deve iniciar ainda em janeiro.”

O órgão ainda informou, por meio de nota, que “em outubro, o ministério negociou antecipadamente com a Pfizer a compra de 100 milhões de novas doses de vacina, incluindo todas as faixas etárias que pudessem ser incorporadas ao PNO e imunizantes desenvolvidos especificamente para novas variantes”.

Veja os 17 pontos elencados pela Anvisa: 

1- Que a vacinação das crianças nessa faixa etária seja iniciada após treinamento completo das equipes de saúde que farão a aplicação, uma vez que a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto;

2- Que a imunização de crianças seja realizada em ambiente específico e segregado da vacinação de adultos, em ambiente acolhedor e seguro para a população;

3- Quando da vacinação nas comunidades isoladas, por exemplo nas aldeias indígenas, sempre que possível, que a imunização de crianças seja feita em dias separados, não coincidentes com a de adultos;

4- Que a sala em que se dará a aplicação de vacinas contra a Covid-19, em crianças de 5 a 11 anos, seja exclusiva para essa vacina, não sendo aproveitada para a aplicação de outras vacinas, ainda que pediátricas. Não havendo disponibilidade de infraestrutura para essa separação, que sejam adotadas todas as medidas para evitar erros de vacinação;

5- Que a vacina Covid-19 não seja administrada de forma concomitante a outras vacinas do calendário infantil, por precaução, sendo recomendado um intervalo de 15 dias;

6- Que seja evitada a vacinação das crianças de 5 a 11 anos em postos de vacinação na modalidade drive-thru;

7- Que as crianças sejam acolhidas e permaneçam no local em que a vacinação ocorrer por pelo menos 20 minutos após a aplicação, facilitando que sejam observadas durante esse breve período;

8- Que os profissionais de saúde, antes de aplicarem a vacina, informem ao responsável que acompanha a criança sobre os principais sintomas locais esperados (por exemplo, dor, inchaço, vermelhidão no local da injeção) e sistêmico (por exemplo, febre, fadiga, dor de cabeça, calafrios, mialgia, artralgia) outras reações após vacinação, como linfadenopatia axilar localizada no mesmo lado do braço vacinado foi observada após vacinação com vacinas de mRNA Covid-19;

9- Que os pais ou responsáveis sejam orientados a procurar o médico se a criança apresentar dores repentinas no peito, falta de ar ou palpitações após a aplicação da vacina;

10- Que os profissionais de saúde, antes de aplicarem a vacina, mostrem ao responsável que acompanha a criança que se trata da vacina contra a Covid-19, frasco na cor laranja, cuja dose de 0,2 ml, contendo 10 mcg da vacina contra a Covid-19, Comirnaty (Pfizer/Wyeth), específica para crianças entre 5 a 11 anos, bem como sejam mostrados a seringa a ser utilizada (1 mL) e o volume a ser aplicado (0,2 mL);

11- Que um plano de comunicação sobre essas diferenças de cor entre os produtos, incluindo a utilização de redes sociais e estratégias mais visuais que textuais, seja implementado;

12- Que seja considerada a possibilidade de avaliação da existência de frascos de outras vacinas semelhantes no mercado, que sejam administradas dentro do calendário vacinal infantil, e que possam gerar trocas ou erros de administração;

13- Que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose permaneçam com a dose pediátrica da vacina Comirnaty;

14- Que os centros/postos de saúde e hospitais infantis estejam atentos e treinados para atender e captar eventuais reações adversas em crianças de 5 a 11 anos, após tomarem a vacina;

15- Que seja adotado um programa de monitoramento, capaz de captar os sinais de interesse da farmacovigilância;

16- Que sejam mantidos os estudos de efetividade das vacinas para a faixa etária de 5 a 11 anos; e

17- Adoção de outras ações de proteção e segurança para a vacinação das crianças, a critério do Ministério da Saúde e dos demais gestores da saúde pública.

 

Por: Vida Diária/Ascom